quinta-feira, 22 de novembro de 2012

Busca para revolução.





Produzimos tantas coisas
Que não nos pertence
Ouvimos tantas noticias
Com verdades aparentes
Um nó no pensamento,
A estranheza é evidente
Pois a minha produção não me pertence,
O mundo é incoerente.


O vontade de explodir
Uma revolta emergir
De toda classe operária
E a consciência revolucionária
expandir para revolução,
destruindo esse modo de produção
que produz a exploração.




Adriano


Poema sem rima.



Você já me viu algumas vezes sorrindo,
poucos momentos de felicidades,
que se desenvolve em pequenos contentamentos espontâneos.
mínimos sorrisos
dentro de uma vastidão de tristeza que sobrevoa a minha mente.
A busca da felicidade é incerta.
Nesse mundo a rima
Representa mais do que o conteúdo.
Onde o ter é a energia principal dessa sociedade.
Permaneço imóvel para as grandes artimanhas do sistema.
Me revoluciono,
Recuso a rima, a métrica e o ritmo,
Que se impõe a todos.


Eu crio a minha resistência,
O pensamento constante da luta vem em minha mente.
enquanto máquinas dentro das fábricas produzem mercadorias,
as minhas ideias voam para bem longe daquele ritmo.
Reproduzo novas vidas, novas alegrias e felicidades.
Recrio novos trabalhos que nos satisfaz.
Supero tudo que é imposto as nossas vidas.


Enquanto esse ritmo me faz sobrevoar
Sem asas,
Como se anestesiasse a minha ânsia e angustia de está nesse mundo.
Permaneço calado,
Pronto a explodir dentro de mim,
Uma ira, uma revolta,
Uma produção de acontecimentos,
Que não tenha mais retorno,
Que modifica tudo ao meu redor.
e quando esse dia chegar estarei preparado.




Adriano

Escoriações.



Escoriações ,
Sempre escoriações
Leve dor interior
Ao ver as incorreções
De uma sociedade.

Exploração da imperfeição
Do trato humano
Do prato humano
Descartáveis restos
De trabalhadores

“_Nojentos pobres que percorrem meu caminho.” Disse um capitalista.
Representante dos exploradores,
Deprimidos pelas suas mercadorias,
Reprimidos são os trabalhadores
na busca de sua liberdade.

_”Malditos ricos que passam sem me reconhecer, sou o fruto de sua riqueza”. Disse um trabalhador.
Maltrapilhos e explorados
Escoriações nos seus corpos,
Imperfeição da humanidade
Nessa sociedade
do reino do capital.


A busca



A poesia mais bela
Esta nos cantos das aves
Está na chuva que cai
Esta no sorriso de uma criança
Está no abraço amigo
Está na sinceridade de um sorriso

A vida mais bela
Está na sociedade sem exploração
No sorriso do irmão
Na amizade e na união

A vitória mais sincera
 Encontra-se no direito de mudar
Na esperança de lutar
Na busca do amar.


Adriano

Brincar com as palavras



Brincar com as palavras
Me inspiram a brindar com meus pensamentos
A poesia é uma espécie de fuga
Da nossa existência
É a nossa insistência
De outra  vida
De uma nova realidade
É o gosto de um sabor que não sentimos
É alternativa
 De uma reação
A ação que nos impuseram.